UnATI | Terceira Idade

Como Funciona

O objetivo do programa Universidade Aberta à Terceira Idade é possibilitar ao idoso aprofundar conhecimentos em áreas de seu interesse e trocar experiências com os jovens através de oficinas, palestras e disciplinas dos cursos de graduação oferecidas semestralmente.

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Oficinas:

Atividade que busca através da troca de experiências e conhecimentos entre seus participantes, um envelhecimento bem-sucedido. Sua realização é semanal com início na segunda quinzena de março e término na primeira quinzena de junho.
Compreende os seguintes grupos:
Idosos Online – Aprendendo na Rede;
Turismo Social – Vivendo São Paulo;
Respire Vida, Faça Pilates;
Cuidados com Medicamentos;
A arte de representar na Terceira Idade;
entre outros.

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Palestras:

Atividade para a promoção da saúde, realizada no mês de maio.
Compreende os seguintes temas:
Quem cuidará da gente em 2030?;
Sono: Necessidade ou prazer?;
Jogo da Memória e A Reflexologia como recurso para o alívio da dor e estímulo ao conforto.

Disciplinas da graduação:

É destinada para pessoas que possuem no mínimo o ensino médio completo. Os interessados poderão escolher as seguintes disciplinas que tem início em março e término em junho:
Poder Público e Terceiro Setor;
Abordagem Geográfica do Lazer e Turismo;
O Uso de Imagens no Ensino de Ciências;
entre outras.

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Quem pode participar

Todas as pessoas com idade a partir de 60 anos.
Para matricular-se nas oficinas e palestras, não se exige a apresentação de diplomas ou certificados de escolaridade concluída anteriormente.

Histórico da UNATI

Ao longo do século XX, em praticamente todo o mundo, o aumento do contingente de idosos nas populações suscitou o aparecimento de novas maneiras de encarar a velhice. Sob a influência do progresso social que se refletiu em aumento da duração da vida e na melhoria da qualidade de vida, aos poucos foi sendo revisto o conceito clássico segundo o qual o avanço da idade é algo negativo em si mesmo.

A velhice aos poucos passou a ser vista também como um momento da vida no qual pode-se viver com prazer, satisfação, realização pessoal, de maneira mais madura e também produtiva. Em face dessa nova visão, passaram a ser buscadas novas posturas de atendimento e de oferta de serviços e de atividades ao idoso, compatíveis com as novas imagens do envelhecimento. Em vários países, inclusive no Brasil, a Universidade tem desempenhado essa função por meio de programas voltados para a educação permanente de adultos maduros e idosos, normalmente denominados “Universidade Aberta à Terceira Idade”.

Tendo como pressuposto a noção de que a atividade promove a saúde, o bem-estar psicológico e social e a cidadania dessa clientela genericamente chamada de terceira idade, esses programas oferecem oportunidades para participação em atividades intelectuais, físicas e sociais. A inclusão dos mais velhos nesses locais tem servido de espaço para rico contato intergeracional e de revisão de crenças e atitudes acerca da velhice, ao demonstrar que é possível aprender e se desenvolver durante a última etapa do ciclo vital.

A Universidade de São Paulo estruturou o projeto Universidade Aberta à Terceira Idade em 1993, quando foi aprovada e acolhida uma proposta realizada pelo Instituto de Psicologia, solicitando à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão a abertura dos cursos da universidade para pessoas idosas. O programa atualmente é desenvolvido em todos os campi e unidades da USP: em São Paulo, na Cidade Universitária e na Escola de Artes, Ciências e Humanidades; em Bauru, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Carlos.

No início do segundo semestre de 2006 a Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, através da iniciativa de docentes do Curso de Gerontologia, abriu suas portas para a Universidade Aberta à Terceira Idade.